sexta-feira, 30 de junho de 2017


HOKIDACHI

Categoria: Estilos

Estilo de Bonsai Hokidachi (vassoura)

Estilo de Bonsai Vassoura

Hokidachi
O estilo vassoura é adequado para árvores de folhas caducas com ramificação fina extensa. O tronco é reto e na posição vertical e não continua até o topo da árvore; ele se ramifica em todas as direções até cerca de 1/3 da altura da árvore. Os ramos e as folhas formam uma coroa em forma de bola, que também é uma vista impressionante durante os meses do inverno.

Hokidashi. Bonsai estilo vassoura

Hokidashi é um bonsai estilo vassoura. Este é o estilo de crescimento natural da maioria das árvores no Brasil. Esta forma está enraizada no nosso subconsciente – é aquela árvore da pracinha onde nós brincávamos quando pequenos, ou aquela grande árvore frutífera que cresce isolada na fazenda, no meio de um campo. Hokidashi, cuja tradução literal do japonês é “vassoura”, explica a forma que deve ser obtida pelo bonsaísta. O visual de um cogumelo também é uma forma visual que pode ser seguida.
O estilo vassoura é adequado para árvores de folhas caducas com ramificação fina extensa. O tronco é reto e na posição vertical e não continua até o topo da árvore; ele se ramifica em todas as direções até cerca de 1/3 da altura da árvore. Os ramos e as folhas formam uma coroa em forma de bola, que também é uma vista impressionante durante os meses do inverno.
Características do Bonsai estilo Hokidashi
  • Os galhos devem começar em um terço do tronco.
  • Os galhos devem se dividir e subdividir em belos ramos.
  • Não se devem cruzar galhos – eles não devem brigar visualmente.
  • Os galhos devem seguir em todas as direções formando e se abrindo como um leque.
  • Deve se ter como objetivo uma base de tronco bem definido e com belas raízes; isto dará força visual à árvore.

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terça-feira, 27 de junho de 2017


AMORA - MORUS NIGRA

Categoria: Espécies

Amoreira-negra – Morus nigra


Nome Científico: Morus nigra
Nomes Populares: Amoreira-negra, Amora, Amora-negra, Amora-preta, Amoreira, Amoreira-do-bicho-da-seda, Amoreira-preta
Família: Moraceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas, Medicinal
Clima: Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene



A amoreira é um árvore decídua, cujo fruto, a amora, é apreciado no mundo todo. Seu porte é médio, alcançando de 4 a 12 metros de altura. As folhas são simples, ovadas a cordiformes, cartáceas, de margens serrilhadas ou dentadas e recobertas por uma pilosidade que as torna ásperas ao toque. As mudas podem apresentar folhas lobadas. As inflorescências surgem no final do inverno e são do tipo espiga, pendentes, onde se reúnem flores brancas minúsculas. Os frutos são pequenos aquênios, carnosos e negros quando maduros, reunidos em infrutêscências.
Apesar de ser frutífera, a amoreira não deixa de ser ornamental. Sua copa é ampla, fornecendo sombra fresca no verão e permitindo a passagem de luz no inverno, com a queda das folhas. É perfeita para pequenos pomares domésticos, pois é rústica e não necessita de cuidados especiais para frutificar em abundância. O plantio dessa espécie só não é recomendado para arborização ao longo de ruas e avenidas, assim como estacionamentos, pois a queda do frutos e folhas suja os automóveis e o chão. Por ser facilmente dispersada pelos pássaros, a amoreira-negra pode se tornar invasiva em alguma situações.
Os frutos, ricos em vitamina C, fazem a alegria da criançada e dos passarinhos e ainda se prestam para saborosas geléias, vinhos e licores, assim como uma infinidade de sobremesas. Entre as amoreiras, a espécie M. nigra é a que apresenta frutos mais doces, maiores e de sabor mais pronunciado. Suas folhas são utilizadas na alimentação do bicho-da-seda, embora a amoreira-branca (Morus alba) seja a preferida pelos criadores. Não deve ser confundida com as amoras arbustivas, pertencentes ao gênero Rubus, da família Rosaceae.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de implantação. Apesar de ser originária de clima temperado, a amoreira se adapta bem ao clima tropical e subtropical. Adubações anuais com esterco de curral curtido e podas de limpeza estimulam frutificações abundantes. Não tolera estiagem prolongada ou ventos fortes. Multiplica-se por sementes e enxertia, mas principalmente por estaquia e mergulhia dos ramos.