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segunda-feira, 19 de junho de 2017


ACER ATROPURPUREUM

Categoria: Espécies

Acer atropurpureum

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Acer palmatum é uma decídua, nativa arbusto lenhoso para partes da Ásia e da Rússia. Existem muitas cultivares de jardim-digna disponíveis, que foram criados especificamente para suas formas e cores das folhas.
Acer palmatum 'Atropurpureum' é um acer de crescimento lento, tendo profundamente lobadas, folhas do vermelho-púrpura que transformam um vermelho brilhante no outono. Ele faz uma pequena árvore bonita, tendo folhas verde claro, de cinco lóbulos salpicadas de creme. Na primavera, as folhas são muitas vezes afiada com cor de rosa, e no outono as áreas creme transformar profunda escarlate antes de cair.
Para melhores resultados, crescer Acer palmatum 'Atropurpureum' em solo úmido, mas bem drenados na sombra parcial. Protegê-lo dos ventos mais severos, que podem causar queima de folhas.
Família: Aceraceae
Género: Acer
Espécie: palmatum
Cultivar: Atropurpureum
Tipo de planta: árvore de folha caduca
A cor das flores: Purple
cor folhagem: Mid-verde
Feature: Cor do outono
A exposição ao sol: Sombra parcial
Solo: Bem drenado / luz, Clay / pesado, ácido, Chalky / alcalino
Rústico
Nível de habilidade: Experiente
Altura: 800 centímetros
Spread: 1,000 centímetros
Período de floração: abril-maio
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Tabela de cuidados

 
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sábado, 17 de junho de 2017


ACER CAMPESTRE

Categoria: Espécies

Acer campestre

 
Acer campestre, também chamado de acer menor, ou acer silvestre, é uma espécie pertencente à família das sapindáceas. Estende-se pela Europa e pelo oeste da Ásia, e em algumas zonas do norte da ÁfricaImagem relacionada
Nomes comuns: bordo campo,  bordo comum,carvalho cão,bordo de hedge,árvore maser,árvore mestre , elder com  Família: Sapindaceae
Gênero: Acer pode ser uma árvore de folha caduca ou grandes arbustos emparelhado, folhas, muitas vezes palmately-lobed e pequenas flores seguido de frutos alados característicos. Muitos têm cores de outono bom, e alguns têm os caules ormamentados.
Detalhes: A. campestre é uma árvore de folha caduca de tamanho médio com uma coroa espessa compacta. Folhas com 5 lobos sem corte, transformando amarelo ou vermelho no Outono. Flores pequenas, verde, formando típicos frutos bordo alados

Origem: Europa e pelo oeste da Ásia, e em algumas zonas do norte da África.

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sexta-feira, 16 de junho de 2017


ACER PALMATUM

Categoria: Espécies





O bôrdo-japonês é uma arvoreta elegante, de folhas delicadas que mudam de cor com o passar das estações. Seu porte é de 6 a 10 metros de altura, com raros indivíduos ultrapassando 16 metros. Seu caule pode ser simples ou ramificado desde a base, e sua copa é globosa. As folhas são decíduas, palmadas, membranáceas e apresentam de 5 a 9 lobos acuminados e profundamente marcados, com margens serrilhadas. Na forma típica, as folhas são verdes e adquirem tons dourados a bronzeados no outono. Mas, atualmente há muitas cultivares ornamentais, com folhas mais largas ou estreitas, que já nascem avermelhadas, rosadas, douradas, ou que apresentam margens vermelhas, entre outras. Algumas das variedades mais populares são “Atropurpureum”, “Bicolor”, “Dissectum” e “Reticulatum”. As flores são discretas, avermelhadas e surgem em inflorescências do tipo rácemo, na primavera. Os frutos se desenvolvem em pares e são do tipo sâmara.
Por sua beleza excepcional, porte pequeno e raízes não invasivas, o bôrdo-japonês é uma árvore ideal para arborização urbana, sendo apropriado para jardins residenciais e calçadas, inclusive sob a fiação. Podem ser utilizados isolados, como destaque, ou em grupos, como em renques ao longo de caminhos, acrescentando uma atmosfera romântica à paisagem. Algumas variedades, de porte ainda menor, podem até ser conduzidas sob a forma arbustiva, que é muito graciosa também. É uma planta muito visada e popular para os entusiastas da arte do bonsai.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e irrigado regularmente. Planta de clima temperado, o bôrdo-japonês aprecia umidade e locais com estações marcadas, demonstrando assim toda a sua cor no outono. Ela se adapta bem ao clima subtropical e tropical de altitude. Devido à delicadeza de sua folhagem, esta árvore deve ser resguardada de locais com sol forte ao meio-dia ou com muito vento, principalmente se este for seco. Multiplica-se por sementes, por estacas e por enxertia.

Característica: Árvore de folha caduca, de exterior. Quando jovens, têm crescimento rápido, tornando-se lentos após ficarem adultos. Existe uma incomparável variedade de cores e formas das folhas, troncos e copas. Os acer, junto com os pinus, são as árvores mais importantes do cultivo japonês do bonsai. No inverno, quando perdem as folhas, mantém seu atrativo pela distribuição de seus ramos e galhos.
Ambiente: Ama os ambientes frescos e úmidos. Nos ambientes quentes e secos, ocasionalmente, pode ocorrer a queima das folhas com grande facilidade. Na sombra
crescem melhor, mais rapidamente e com mais vigor. As plantas jovens e de espécies japonesas não toleram as geadas e devem ser protegidas no inverno. Os ventos frios constantes fazem com que os brotos cresçam escassos e irregularmente.
Rega: Estas espécies requerem regularmente muita água devido à sua folhagem densa e frondosa. Em períodos quentes pode ser necessário molhar mais de uma vez ao dia, desde que a terra tenha uma boa drenagem, pois estas espécies não toleram o solo constantemente encharcado. No viveiro deve-se regar somente quando o solo estiver levemente seco. Borrifar as folhas com frequência, principalmente se a árvore encontra-se em um ambiente muito seco e exposto ao sol.
Adubo: Aduba-se quando as folhas estão completamente desenvolvidas – aproximadamente quatro semanas após a brotação, até final do outono. Pode-se utilizar adubos líquidos (foliares) químicos ou orgânicos.
Transplante: De uma maneira geral, deve-se transplantar  cada dois ou três anos, eliminando 1/3 das raízes e procurando também eliminar cuidadosamente raízes mortas, lesionadas ou mal formadas. O transplante se realizará antes da brotação, cuidando para que, no período após o transplante e antes dos brotos novos surgirem o solo não fique encharcado, pois este fator poderia acarretar no apodrecimento das raízes. Os bonsai de acer necessitam de um solo com uma boa drenagem, sendo recomendado muitas vezes uma mistura de até 50% de arei a média peneirada (2mm.).
Poda: As de estrutura deverão ser feitas no inverno quando a planta estiver sem folhas, levando-se em consideração que uma boa poda estrutural proporcionará uma melhor brotação primaveril. Para conservar a forma, pinçam-se repetidamente os novos brotos desde a primavera até o verão. Somente quando se deseja um maior crescimento, deixa-se os brotos alcançarem a longitude desejada e só então pinça-se novamente. Devido a oposição das gemas, cada novo broto produzirá uma ramificação bifurcada, o que não é conveniente. Para evitar que isso ocorra, deve-se então eliminar a gema inoportuna antes que esta se desenvolva. Durante o período vegetativo (de crescimento), deve-se podar os brotos com maior desenvolvimento, reduzindo-os sempre ao 1º ou 2º pares de folhas.
Aramação: O acer é uma das plantas com a casca mais delicada, por isso devemos prestar muita atenção para que o arame não marque o tronco. Procurar enrolar o
arame cuidadosamente deixando-o ligeiramente folgado. Quando se arama um acer deve-se observar o crescimento dos ramos, que algumas vezes poderá ser bastante rápido, causando o seu estrangulamento. O ideal é aramar no outono, quando a árvore perde as folhas, tornando mais fácil a colocação do arame e deixá-lo durante todo o inverno. Também é possível aramar na primavera, desde que sejam observadas as regras de segurança necessárias. Recomenda-se que se utilize as
técnicas de aramação somente quando as outras técnicas de condução já tiverem sido aplicadas.
Dicas: É habitual se fazer a desfolha do acer cortando-se o pecíolo da folha pela metade com uma tesoura bem afiada e nunca arrancando-as. A melhor época é quando as folhas amadurecem da brotação primaveril, ou seja, final de dezembro começo de janeiro. Com este processo conseguimos uma  redução significativa no tamanho das folhas, melhorando a proporção da árvore assim como garantindo uma coloração mais duradoura e intensa no outono. Este método também é utilizado para melhorar a ramificação dos galhos.