sexta-feira, 16 de junho de 2017


AZALÉIA – RHODODENDRON

Categoria: Espécies

  • Nome Científico: Rhododendron simsii
  • Nomes Populares: Azaléia, Azaléia-belga.
  • Família: Ericaceae
  • Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Flores Perenes.
  • Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado.
  • Origem: Ásia, China.
  • Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros.
  • Luminosidade: Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene

 

As azaleias são arbustos de folhagem verde-escura e floração abundante. Suas flores simples ou dobradas podem ter cores diferentes, como branco, rosa, vermelho ou mesclado. Há muitas variedades com portes diferentes também, uns menores para plantio em vasos e para formação de maciços e outras maiores capazes de formar cercas vivas. É uma planta muito utilizada também para a técnica milenar do bonsai.
Devem ser cultivadas em pleno sol, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, com regas regulares, não é necessária a calagem já que os rododendros e azaleias apreciam solos ácidos. As azaléias ainda apreciam o frio e podem ser podadas com cuidado e sempre no final da floração. Multiplica-se por estaquia.
 

Substrato

5 Parte terra vegetal
2 Partes areia  de 3 a 5 mm
1 Parte tijolo moído de 3 a 5 mm

Podas

A poda deve ser feita depois da floração, cortando a ponta dos galhos fazendo assim nascerem novos brotos, o bom é que ela reage muito bem a este tipo de tratamento a brotação é intensa, sendo assim devemos constantemente escolher quais galhos que vão ficar ou sair, outro detalhe interessante é que ao podar os brotos podem surgir em qualquer lugar do tronco , não se restringindo apenas a bainha da folha como estamos acostumados




SERISSA – SERISSA FOETIDA 

Categoria: Espécies



Serissa – Serissa foetida
Nome Científico: Serissa foetida
Nomes Populares: Serissa, Árvore-das-mil-estrelas, Mil-estrelas
Família: Rubiaceae
Categoria: Arbustos, Bonsai, Cercas Vivas, Forrações ao Sol Pleno, Gramados e Forrações.
Clima: Subtropical, Tropical.
Origem: Ásia, China.
Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros.
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra.
Ciclo de Vida: Perene
A Serissa é um pequeno arbusto, de folhas perenes e abundante floração. É muito ramificada e de crescimento compacto, sendo ideal para a formação de bonsai. Suas folhas são bem pequenas, brilhantes e de cor verde na espécie típica. Ocorrem ainda formas “Variegatas”, com folha de margens cor branca, creme e amarelas. A floração ocorre na primavera e verão, despontando numerosas flores miúdas, de cor branca a rosa, de acordo com a cultivar. As flores tem o formato de estrela, o que lhe rendeu o nome popular de “Mil-estrelas”.
No jardim a Serissa pode se conduzida como arbusto topeado, podendo ser utilizado isolado, em conjunto com outras plantas, ou em grupos, para delimitar caminhos em bordaduras ou na formação de sebes baixas. Pode ser plantada em vasos e jardineiras, sendo muito utilizada assim para bonsai. É uma planta muito rústica e sua manutenção é baixa, exigindo apenas pouca adubação e podas de formação após a floração. Curiosidade: Os ramos e raízes da Serissa, quando manuseados e cortados, exalam um cheiro fétido, nauseabundo.
Deve ser cultivada sob meia sombra ou luz difusa, em solo fértil, bem drenável e irrigado a intervalos regulares. Para uma intensa floração necessita de sol direto, mas precisa ser protegida nas horas mais quentes do dia, principalmente no verão. Aprecia umidade ambiental, mas não tolera encharcamentos. Tolerante ao frio subtropical e podas drásticas. Não gosta de ser mudada de ambiente. Em situações de estresse, como mudanças e frio intenso, pode amarelar e perder as folhas, mas é capaz de rebrotar. Multiplica-se facilmente por estacas postas para enraizar na primavera. É possível enraizar estacas em copos com água.

      Bonsai



Rega
  • Deixe quase secar a terra entre duas regas;
  • A superfície da terra deve estar seca.
  • A Serissa odeia solos encharcados.
Poda
  • A poda de manutenção deve ser feita durante a fase de crescimento ativo da Serissa (entre setembro e maio). Deixe crescer um pouco o galho e depois pode bem curto, deixando um ou dois pares de folha, para aumentar a ramificação;
  • Faça a poda de estrutura (mais drástica) nos meses de junho e julho. A Serissa responde muito bem a podas drásticas;
  • Como a Serissa já possui naturalmente folhas pequenas, não é necessário efetuar desfolha.
Aramação
Muito cuidado com os galhos frágeis da Serissa. Espere secar um pouco a planta (veja se as folhas perderam seu brilho, sinal de sede) para facilitar a aramação. É melhor aramar no mês de novembro e deixar o arame até fevereiro.
Adubação
Adube regularmente a Serissa durante o período de crescimento. A Serissa é muito sensível ao excesso de adubo. Todo cuidado é pouco para não perder folhas e até galhos. Adube somente a partir do mês de outubro até maio. Os adubos indicados são os ricos em fósforo tipo NPK 04-14-08. Não deixe de, uma vez ao ano, repor micronutrientes no solo. Faça a troca de terra a cada dois ou três anos.
Multiplicação
A Serissa é facilmente multiplicada por estaquia com o uso de hormônios enraizastes.
Curiosidades
Apesar do crescimento rápido e facilidade de produzir ramificação, o tronco leva muitos anos para engrossar. É perfeita para os estilos raiz exposta, raiz sobre pedra e outros estilos rústicos, como cascata e semi-cascata.



ACEROLA – MALPIGHIA EMARGINATA

Categoria: Espécies

Nome Científico: Malpighia emarginata
Sinonímia: Malpighia glabra, Malpighia berteroana, Malpighia urens, Bunchosia parvifolia, Malpighia biflora, Malpighia dicipiens, Malpighia fallax, Malpighia lucida, Malpighia myrtoides, Malpighia neumanniana, Malpighia nitida, Malpighia oxycocca, Malpighia peruviana, Malpighia punicifolia, Malpighia semeruco, Malpighia undulata, Malpighia uniflora, Malpighia virgata, Malpighia retusa, Malpighia umbellata
Nomes Populares: Acerola, Aceroleira, Cereja-das-antilhas, Cereja-de-barbados
Família: Malpighiaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores, Árvores Frutíferas, Bonsai, Cercas Vivas, Medicinal
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, Antilhas, Brasil, México, Peru
Altura: 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

A acerola ou aceroleira é um arbusto ou arvoreta, frutífera e ornamental, cultivada em regiões tropicais de todo o mundo, principalmente por seus frutos altamente nutritivos. Seu tronco é ramificado desde à base, a copa é densa e o porte é pequeno, geralmente entre 3 e 5 metros de altura. As folhas são simples, opostas, ovaladas a lanceoladas, pequenas, brilhantes e de cor verde-escura. As margens das folhas são inteiras ou onduladas e possuem pequenos pêlos, que podem provocar irritação na pele. As inflorescências são do tipo corimbo, sésseis, e despontam na axilas foliares, com três a cinco flores. Essas por sua vez são hermafroditas, pentâmeras, com pétalas franjadas de cor branca ou rosa. Os frutos amadurecem entre 22 a 30 dias após a floração. Eles são do tipo drupa, com casca lisa, delicada e brilhante e polpa carnosa, suculenta e aromática, com três gomos que protegem respectivamente três sementes. Os frutos podem ser de cor laranja ou vermelha quando maduros, de acordo com a cultivar.

Apesar da aceroleira ser uma planta frutífera, e isso criar uma certa ressalva entre alguns paisagistas, ela se comporta de maneira um tanto diferente das árvores frutíferas mais comuns. Por ser tropical, ela é mais rústica e resistente a doenças e pragas, e menos exigente em manejo, ao contrário de laranjeiras e macieiras por exemplo. Além disso, forma naturalmente um arbusto, que pode obter a forma mais compacta com podas conduzidas. Seus frutos miúdos são ornamentais e atraem a avifauna. É uma árvore perfeita para os atuais quintais domésticos, cada vez menores e otimizados. Pode ser plantada em vasos e assim decorar pátios, terraços e outras áreas pavimentadas. Também é excelente em renques, formando uma útil cerca viva, que além de cumprir suas funções paisagísticas, ainda fornece frutos. Os apreciadores da arte bonsai também gostam de utilizar a acerola em seus cultivos, visto que tem folhas, flores e frutos naturalmente pequenos, sendo mais simples e rápido o seu treino até a formação de uma árvore miniaturizada.
O fruto tem sabor agradável, mais ou menos doce e ácido, com aroma que lembra a uva e a maçã, e rico em vitamina C. É reputado como uma das frutas mais ricas nesta vitamina, possuindo mais de 30 vezes o teor da laranja e podendo conter 5 gramas em apenas 100 gramas da polpa. Ele pode ser consumido in natura ou na forma de sucos, picolés, sorvetes, geléias, caldas, compotas, etc. No entanto é bom lembrar que, sendo a vitamina C uma substância volátil, quanto menos o fruto for processado melhor é o aproveitamento do seu valor nutritivo. No Brasil são crescentes o tamanho e o número das áreas de cultivo para aproveitamento dos frutos na agroindústria de polpa congelada, principalmente no nordeste. Há centenas de cultivares de acerola, com diferentes características fenotípicas e capacidades de adaptação a diversos climas e solos. Entre as cultivares mais difundidas podemos citar ‘Apodi’, ‘Cabocla’, ‘Cereja’, ‘Frutacor’, ‘Okinawa’, ‘Olivier’, ‘Costa Rica’, ‘Junco’, ‘Roxinha’, ‘Flor Branca’, ‘Rubra’ e ‘Sertaneja’, muitas dessas desenvolvidas pela Embrapa.
Deve ser cultivada sob sol pleno em solo fértil, profundo, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. As plantas destinadas à formação de bonsai podem se dar bem em condições de semi-sombreamento. Nas regiões norte, nordeste e centro-oeste, onde o clima é permanentemente quente, a acerola frutifica ao longo do ano todo, enquanto que no sul e sudeste, com estações mais marcadas, a frutificação costuma se concentrar na primavera e verão. Não tolera estiagem prolongada ou encharcamento. Para uma boa produção de frutos convém irrigar e fertilizar durante os meses de floração e frutificação. Multiplica-se por estaquia de ponteiro, enxertia e por sementes. Para a obtenção de plantas sabidamente produtoras de frutos de qualidade, deve-se adquirir mudas com boa procedência formadas por métodos vegetativos, como enxertia ou estaquia.

Acerola (Bonsai de Malpighia glabra)

Posição: O bonsai de Acerola deve ficar num local onde receba sol diretamente em suas folhas, mas que seja bem ventilado. Assim como outras frutíferas, a Acerola tem sua floração e frutificação favorecidas pela exposição direta ao sol.

Rega: Regue seu bonsai de acerola com frequência durante todo o ano, mantendo-o sempre úmido, mas não exagere na rega. No calor, é interessante também molhar a copa, suas folhas e galhos. A frequência da rega vai depender muito da observação constante que você fizer, tanto do clima quanto da umidade da terra.

Alimentação: A Acerola deve ser adubada na primavera e no final do outono. Não adube em épocas de floração. Use sempre as dosagens recomendadas nas embalagens dos produtos, pois a Acerola é sensível à adubação em excesso, principalmente nas épocas não adequadas. Os adubos os orgânicos ricos em Fósforo (P) são os mais indicados. Para estimular a frutificação, coloque um pouco de adubo NPK.

Poda: A poda de manutenção do bonsai de Acerola é feita através do corte dos brotos novos que surgirem perto das raízes, bem como dos galhos novos que venham a competir com galhos maiores já existentes. As podas mais drásticas devem ser feitas no início da primavera.

Transplante: A troca de terra da Acerola deve ser feita uma vez por ano, ou a cada dois anos, normalmente no princípio da primavera, depois da floração. A terra não pode ter muita matéria orgânica, pois ela acumula muita água. A Acerola gosta de terra calcária. No transplante, a poda das raízes não deve ultrapassar 20% de seu volume, e nunca lave as raízes.

Propagação: A aceroleira se multiplica por estaquia de ponteiro, enxertia ou por sementes. Adquira mudas de boa procedência para ter plantas sabidamente produtoras de frutos de boa qualidade.

 

 


ACER PALMATUM

Categoria: Espécies





O bôrdo-japonês é uma arvoreta elegante, de folhas delicadas que mudam de cor com o passar das estações. Seu porte é de 6 a 10 metros de altura, com raros indivíduos ultrapassando 16 metros. Seu caule pode ser simples ou ramificado desde a base, e sua copa é globosa. As folhas são decíduas, palmadas, membranáceas e apresentam de 5 a 9 lobos acuminados e profundamente marcados, com margens serrilhadas. Na forma típica, as folhas são verdes e adquirem tons dourados a bronzeados no outono. Mas, atualmente há muitas cultivares ornamentais, com folhas mais largas ou estreitas, que já nascem avermelhadas, rosadas, douradas, ou que apresentam margens vermelhas, entre outras. Algumas das variedades mais populares são “Atropurpureum”, “Bicolor”, “Dissectum” e “Reticulatum”. As flores são discretas, avermelhadas e surgem em inflorescências do tipo rácemo, na primavera. Os frutos se desenvolvem em pares e são do tipo sâmara.
Por sua beleza excepcional, porte pequeno e raízes não invasivas, o bôrdo-japonês é uma árvore ideal para arborização urbana, sendo apropriado para jardins residenciais e calçadas, inclusive sob a fiação. Podem ser utilizados isolados, como destaque, ou em grupos, como em renques ao longo de caminhos, acrescentando uma atmosfera romântica à paisagem. Algumas variedades, de porte ainda menor, podem até ser conduzidas sob a forma arbustiva, que é muito graciosa também. É uma planta muito visada e popular para os entusiastas da arte do bonsai.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, drenável e irrigado regularmente. Planta de clima temperado, o bôrdo-japonês aprecia umidade e locais com estações marcadas, demonstrando assim toda a sua cor no outono. Ela se adapta bem ao clima subtropical e tropical de altitude. Devido à delicadeza de sua folhagem, esta árvore deve ser resguardada de locais com sol forte ao meio-dia ou com muito vento, principalmente se este for seco. Multiplica-se por sementes, por estacas e por enxertia.

Característica: Árvore de folha caduca, de exterior. Quando jovens, têm crescimento rápido, tornando-se lentos após ficarem adultos. Existe uma incomparável variedade de cores e formas das folhas, troncos e copas. Os acer, junto com os pinus, são as árvores mais importantes do cultivo japonês do bonsai. No inverno, quando perdem as folhas, mantém seu atrativo pela distribuição de seus ramos e galhos.
Ambiente: Ama os ambientes frescos e úmidos. Nos ambientes quentes e secos, ocasionalmente, pode ocorrer a queima das folhas com grande facilidade. Na sombra
crescem melhor, mais rapidamente e com mais vigor. As plantas jovens e de espécies japonesas não toleram as geadas e devem ser protegidas no inverno. Os ventos frios constantes fazem com que os brotos cresçam escassos e irregularmente.
Rega: Estas espécies requerem regularmente muita água devido à sua folhagem densa e frondosa. Em períodos quentes pode ser necessário molhar mais de uma vez ao dia, desde que a terra tenha uma boa drenagem, pois estas espécies não toleram o solo constantemente encharcado. No viveiro deve-se regar somente quando o solo estiver levemente seco. Borrifar as folhas com frequência, principalmente se a árvore encontra-se em um ambiente muito seco e exposto ao sol.
Adubo: Aduba-se quando as folhas estão completamente desenvolvidas – aproximadamente quatro semanas após a brotação, até final do outono. Pode-se utilizar adubos líquidos (foliares) químicos ou orgânicos.
Transplante: De uma maneira geral, deve-se transplantar  cada dois ou três anos, eliminando 1/3 das raízes e procurando também eliminar cuidadosamente raízes mortas, lesionadas ou mal formadas. O transplante se realizará antes da brotação, cuidando para que, no período após o transplante e antes dos brotos novos surgirem o solo não fique encharcado, pois este fator poderia acarretar no apodrecimento das raízes. Os bonsai de acer necessitam de um solo com uma boa drenagem, sendo recomendado muitas vezes uma mistura de até 50% de arei a média peneirada (2mm.).
Poda: As de estrutura deverão ser feitas no inverno quando a planta estiver sem folhas, levando-se em consideração que uma boa poda estrutural proporcionará uma melhor brotação primaveril. Para conservar a forma, pinçam-se repetidamente os novos brotos desde a primavera até o verão. Somente quando se deseja um maior crescimento, deixa-se os brotos alcançarem a longitude desejada e só então pinça-se novamente. Devido a oposição das gemas, cada novo broto produzirá uma ramificação bifurcada, o que não é conveniente. Para evitar que isso ocorra, deve-se então eliminar a gema inoportuna antes que esta se desenvolva. Durante o período vegetativo (de crescimento), deve-se podar os brotos com maior desenvolvimento, reduzindo-os sempre ao 1º ou 2º pares de folhas.
Aramação: O acer é uma das plantas com a casca mais delicada, por isso devemos prestar muita atenção para que o arame não marque o tronco. Procurar enrolar o
arame cuidadosamente deixando-o ligeiramente folgado. Quando se arama um acer deve-se observar o crescimento dos ramos, que algumas vezes poderá ser bastante rápido, causando o seu estrangulamento. O ideal é aramar no outono, quando a árvore perde as folhas, tornando mais fácil a colocação do arame e deixá-lo durante todo o inverno. Também é possível aramar na primavera, desde que sejam observadas as regras de segurança necessárias. Recomenda-se que se utilize as
técnicas de aramação somente quando as outras técnicas de condução já tiverem sido aplicadas.
Dicas: É habitual se fazer a desfolha do acer cortando-se o pecíolo da folha pela metade com uma tesoura bem afiada e nunca arrancando-as. A melhor época é quando as folhas amadurecem da brotação primaveril, ou seja, final de dezembro começo de janeiro. Com este processo conseguimos uma  redução significativa no tamanho das folhas, melhorando a proporção da árvore assim como garantindo uma coloração mais duradoura e intensa no outono. Este método também é utilizado para melhorar a ramificação dos galhos.