segunda-feira, 19 de junho de 2017


YOSE UE – Floresta



Este estilo representa uma grande e bela floresta que cresceu isolada em uma grande área do campo.
CARACTERÍSTICAS:
  • 1- Devemos escolher uma árvore que será a mãe da floresta: ela deverá ser a maior e mais robusta de todo conjunto.
  • 2- As árvores subseqüentes estarão à sua volta em tamanhos decrescentes.
  • 3- Na maioria dos casos a árvore mãe se encontra no centro da floresta; no bonsai ela deve estar preferencialmente à frente e as duas árvores também robustas e menores atrás dela, mas não escondidas.
  • 4- Podemos ter 9 ou mais grupos de árvores, sempre tendo como base uma árvore que é a mãe daquele pequeno conjunto.
  • 5- A árvore mãe deve ser plantada a um terço do centro do vaso ou laje de pedra, à esquerda ou à direita.
  • 6- Árvores menores aumentam a dinâmica de profundidade e fazem outros planos da floresta , quando plantadas mais remotamente.
  • 7- Podemos ter um ou mais grupos sempre triangulados, tendo como base o grupo principal. Este grupo deve ter a mesma estrutura e desenho de copas para dar naturalidade à floresta. A estas formas e desenhos que se repetem graficamente na natureza damos o nome de beleza fractal.
  • 8- É importante usar diferentes níveis de terreno quando forem plantados mais de um grupo de árvores. Níveis diferentes aumentam a perspectiva e a velocidade visual.
  • 9- A forma final das copas deve ser triangular, porém   assimétrica.
  • 10- As copas se complementam como se cada uma tivesse, ao longo dos anos, encontrado sua incidência ideal de sol em relação às outras árvores do conjunto.
  • 11- Se houver um movimento do tronco inclinado na   árvore mãe, todas as outras árvores devem seguir seu movimento.
  • 12-A folhagem pode enfatizar um ou mais núcleos da floresta com uma ou mais copas em alturas diferentes.
  • 13- Os troncos da parte de trás da floresta podem apresentar galhos baixos e densos, para aumentar a sensação de profundidade.

NOMES PELAS QUANTIDADES DE ÁRVORES PLANTADAS:
É muito importante que seja sempre usado um número ímpar de árvores para a criação de uma floresta. Algumas escolas tradicionais japonesas determinam que apenas a partir de 19 árvores não há mais a obrigatoriedade de números ímpares.
3    àrvores- SAMBOM-YOSE
5    árvores- GOHOM-YOSE
7    árvores- NANAHOM-YOSE
9    árvores- KYUHON-YOSE
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PINHEIRO NEGRO

Categoria: Espécies

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A Cultura e Formação dos Pinheiros em Bonsai
Por Mathieu Mavridis


  1. INTRODUÇÃO:
  2. 1. Generalidades:
Os pinheiros são árvores com folhas em forma de agulhas persistentes, resinosas, repartidas por um grande número de espécies, na Europa, América do Norte, ou Ásia; encontrando-se quase unicamente nas zonas de clima temperado.
As suas agulhas estão dispostas em grupos de duas, três ou cinco. É por isso que falamos de “pinheiros de duas agulhas” ou de “pinheiros de cinco agulhas”: é o número de agulhas ligadas em grupo ao ramo. A sua classificação botânica é a seguinte:
Classe: Gymnospermes; Ordem: Coniferales; Família: Pinaceae; Género: Pinus.
As gimnospérmicas são árvores de “semente nua” (do grego gymnos – nu; e sperma – semente), quer dizer, são árvores em que os grãos de semente não estão protegidos por um fruto, uma casca, etc. Os pinheiros são árvores monóicas (do grego monos – sozinho; e oikos – casa), em que os órgãos masculinos e femininos “habitam a mesma casa”, a mesma planta, que possui tanto flores masculinas como femininas, podendo assegurar sozinha a sua reprodução.
As sementes dos pinheiros estão situadas dentro de “cones”, vulgarmente chamados de pinhas, que se formam geralmente durante dois anos, antes de se abrirem e libertar as sementes (cerca de quarenta por cone), as quais, munidas de uma pequena asa (semelhante às sâmaras dos acers), são transportadas pelo vento. Os cones permanecem geralmente na árvores durante quatro anos antes de cair. É neste sentido que denominamos estas árvores de “coníferas”: árvores portadoras de cones (do grego phérein – portador).
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Existe dentro do género Pinus um grande número de espécies de pinheiros, as quais  se agrupam em subgéneros. Existem diversas classificações admitidas; nós podemos encontrar informação mais detalhada no seguinte site, inteiramente consagrado aos pinheiros: http://jeanlouis.helardot.free.fr/page_pins/pin_accueil.html. A título de exemplo, a empresa “Semences du Puy”, que é especializada na venda de sementes de árvores, disponibiliza no seu catálogo cerca de quarenta espécies de pinheiros. Ver: http://semencesdupuy.com/1L19- Coniferes-Pinus.html.
Na cultura dos bonsai, distinguimos os pinheiros de acordo com as suas exigências, as suas reações à cultura em vaso e, sobretudo, às podas efetuadas sobre os seus rebentos. Distinguimos em geral dois tipos de pinheiros, os pinheiros “fortes” e os pinheiros “fracos”. Esta classificação não está relacionada com o estado de saúde individual de uma árvore: pretendemos distinguir desta forma as suas capacidades de reação às podas. Regra geral, chamamos de pinheiro “forte” a um pinheiro que é capaz, após uma poda, de produzir nova rebentação e de realizar um novo crescimento no mesmo ano. Os pinheiros ditos  “fracos” podem, depois de uma poda, produzir rebentos, mas estes não irão eclodir nem produzirão um novo crescimento antes do ano seguinte.
Na Europa, cultivamos em bonsai diversas espécies de pinheiros, que podem ser divididos em dois grupos de acordo com a sua origem: os pinheiros japoneses e os pinheiros europeus.

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CEREJEIRA-ORNAMENTAL PRUNUS CERASIFERA -

Categoria: Espécies



 


A cerejeira-ornamental é uma árvore decídua, de médio porte e floração decorativa, largamente utilizada no paisagismo. Seu tronco é cilíndrico, delgado, simples e curto, com casca rugosa, de cor marrom-acinzentada e lenticelas horizontais proeminentes. A árvore apresenta altura de 4 a 10 metros, com copa mais ou menos densa, em forma de vaso e 3 a 4 metros de diâmetro. As folhas são alternas, ovaladas, acuminadas, com margens serrilhadas e nervuras bem marcadas. Elas surgem com uma tonalidade bronzeada, se tornam verdes e mudam para o amarelo ou vermelho no outono, antes de cair.
As flores desabrocham no fim do inverno e primavera, unidas em grupos de duas a cinco em inflorescências do tipo rácemo. Elas não têm perfume e podem ser simples ou dobradas, de cor branca ou em diversas tonalidades de rosa, de acordo com a cultivar. As cerejas surgem no verão atraindo muitos passarinhos. Elas são frutos do tipo drupa, com forma globosa a ovóide, casca brilhante, de cor vermelha escura a preta, polpa carnosa e adocicada, envolvendo uma única semente. As cultivares desta espécie raramente frutificam.
A cerejeira-ornamental é uma árvore de beleza incomparável, que se modifica a cada estação. O melhor efeito se obtém com a planta isolada, em destaque, mas também pode ser utilizada em renques, ao longo de alamedas ou em grupos, formando pequenos bosques. De baixa manutenção, praticamente não requer podas, necessitando apenas a remoção de ramos doentes, mal-formados e secos. É a árvore símbolo do Japão, onde anualmente atrai milhares de pessoas às praças e parques durante sua floração. Os frutos são comestíveis quando maduros e de suas flores se faz chá. Entre as cultivares mais importantes podemos citar: ‘Amonogawa’, ‘Kwanzan’, ‘Kiku-shidare’, ‘Shirofugen’, ‘Shirotae’, ‘Tai Haku’, ‘Royal Burgundy’, ‘Shogetsu’, ‘Ukon’ e ‘Snowgoose’. Presta-se ainda para o plantio em vasos e para a formação de Bonsai.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta de clima temperado, necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória. Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais, salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes. 

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ACER ATROPURPUREUM

Categoria: Espécies

Acer atropurpureum

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Acer palmatum é uma decídua, nativa arbusto lenhoso para partes da Ásia e da Rússia. Existem muitas cultivares de jardim-digna disponíveis, que foram criados especificamente para suas formas e cores das folhas.
Acer palmatum 'Atropurpureum' é um acer de crescimento lento, tendo profundamente lobadas, folhas do vermelho-púrpura que transformam um vermelho brilhante no outono. Ele faz uma pequena árvore bonita, tendo folhas verde claro, de cinco lóbulos salpicadas de creme. Na primavera, as folhas são muitas vezes afiada com cor de rosa, e no outono as áreas creme transformar profunda escarlate antes de cair.
Para melhores resultados, crescer Acer palmatum 'Atropurpureum' em solo úmido, mas bem drenados na sombra parcial. Protegê-lo dos ventos mais severos, que podem causar queima de folhas.
Família: Aceraceae
Género: Acer
Espécie: palmatum
Cultivar: Atropurpureum
Tipo de planta: árvore de folha caduca
A cor das flores: Purple
cor folhagem: Mid-verde
Feature: Cor do outono
A exposição ao sol: Sombra parcial
Solo: Bem drenado / luz, Clay / pesado, ácido, Chalky / alcalino
Rústico
Nível de habilidade: Experiente
Altura: 800 centímetros
Spread: 1,000 centímetros
Período de floração: abril-maio
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